"Para onde, e esta pergunta, tão simples, tão natural, tão adequada à circunstância e ao lugar, apanha desprevenido o viajante, como se ter comprado a passagem no Rio de Janeiro tivesse sido e pudesse continuar a ser resposta para todas as questões, mesmo aquelas, passadas, que em seu tempo não encontraram mais que o silêncio, agora mal desembarcou e logo vê que não, talvez porque lhe fizeram uma das duas perguntas fatais, Para onde, a outra, e pior, seria, Para quê.”
(O Ano da Morte de Ricardo Reis, José Saramago)
3 comentários:
Não vou comentar o post anterior! Fica aqui o comentário...
O gajo é tão fixe. Mas tão fixe.
ERRATA:
O gajo não é fixe, ele é uma besta que escreve mmuuuuito bem.
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