18.4.08

impressoes digitais - GNR

Faz impressão o trabalho que se tem em se ser superficial
Faz-me impressão o baralho o vulgar e o intelectual

Sinto depressão conforme perco tempo essencial
Sofro uma pressão enorme para gostar do que é normal

Deixo tudo para mais logo não sou analógico sou criatura digital
Tendo para mais louco não sou patológico sou como o papel vegetal
Faz-me impressão ser seguido imitado por gente banal
Faz-me um favor estou perdido indica-me algo fundamental

Acho que o que gosto em mim, o que me motiva é uma preguiça transcendental
E em ti o que me torna afim, o que me cativa, é esse sorriso vertical
como uma impressão digital

Sinto-me uma fotocópia prefiro o original
Edição revista e aumentada, cordão umbilical
Exclusivo a morder a página em papel jornal

Faz-me impressão o trabalho a inércia faz-me mal


(as photos: uma sequência bem antiga 'berlindal' !)



4 comentários:

Anónimo disse...

txii ao tempo ! :p

e sempre puseste a musica da aula de ed fisica AHAHAH

Carraca disse...

já não posso ver estes berlindes pah!
^^

Anónimo disse...

feia :P

disse...

Eu sei, a tua vida foi
Marcada pla dor d não saber aonde dóooi
Mas vê bem, não houve À luz do dia
Quem não tenha provado o travo amargo da melancolia!


Serão efeitos secundários da poesia??
:O

Minha melodramática =)