( è enorme e não tem qualquer interesse pra qem não estve lá! Talvez nem para os que lá estiveram tenha interesse…)
Domingo, 17 de Fevereiro de 2008 - VILA NOVA DE FOZ COA
Avançamos na estrada ondulada que parece não ter fim. Olho para a minha irmã: cansada, enjoada, com uma grande vontade de sair dali, mas feliz, afinal já estamos em Portugal e as mensagens já voltaram. Regresso aos meus pensamentos, espreito pela janela. De olhos postos nas árvores apressadas que nem esperam à minha janela. O carro avança. Continuo a ver a estrada cinzenta, os bosques sem fim e a montanha imensa no pesado cinzento do céu. Mas não é nem aí que está a minha mente! De repente sou interrompida pela carregada voz do meu pai: “Sabes que rio é este, Joaninha?”. Lá estava ele, mesmo no vale, o límpido rio serpenteava por entre as rochas. “O Tua?”, arrisquei. “Já fizeste canoagem nele!”, acrescentou o meu pai como qem diz ‘resposta errada’!
Foi então que os meus pensamentos voaram rapidamente para, o que se pode chamar de, a nossa primeira viagem de finalistas . x)
Não há muito que eu recorde, o que me deixa um pouco nostálgica. Porém, há coisas que não se esquecem! Era a nossa excitação de menininhos de 4ºano, mas também o receio e a expectativa, era divisão dos quartos – ninguém queria o do fundo com janela para a montanha escura e assombrosa, naquela noite – , era umas quaisqueres confusões e brincadeiras na casa-de-banho, era o quarto com a Sónia e a Sara e o beliche com a Mariana – o beliche que todas as noites, durante toda a noite tentava subir, nem sei se para estar mais perto da Mariana ou se pela adrenalina que sentíamos ao tentar fazera quilo mesmo nas barbas da Sónia -, era a galhofa nos quartos ao lado, as cartas que nós as três não podíamos ir jogar, era a sala de convívio, era eu e a Mariana a cantar a música da Pocahontas e a olhar as estrelas, era a canoagem- a grande canoagem- no grande rio Sabor, sempre a tentar apanhar os outros e cair à água ou chegar à ilha, era as pinturas Rupestres e o calor, o jipe e a falta de espaço, os solavancos. Era o Zé Pedro!
E não há mais! Há, mas na minha memória não passa de um grande buraco negro. Pena não termos noção do quanto importante é congelar momentos e torná-los eternos naquela altura! Pena não podermos viver para sempre como naquela altura!
PS: Qeria mesmo lembrar-me se a Antonieta esteve lá! :S E qeria mesmo saber do nosso Zé Pedro, o nosso grande Zé Pedro
PS2: Para maior pena minha, também não sei da minha Ana Teresa! :X
Domingo, 17 de Fevereiro de 2008 - VILA NOVA DE FOZ COA
Avançamos na estrada ondulada que parece não ter fim. Olho para a minha irmã: cansada, enjoada, com uma grande vontade de sair dali, mas feliz, afinal já estamos em Portugal e as mensagens já voltaram. Regresso aos meus pensamentos, espreito pela janela. De olhos postos nas árvores apressadas que nem esperam à minha janela. O carro avança. Continuo a ver a estrada cinzenta, os bosques sem fim e a montanha imensa no pesado cinzento do céu. Mas não é nem aí que está a minha mente! De repente sou interrompida pela carregada voz do meu pai: “Sabes que rio é este, Joaninha?”. Lá estava ele, mesmo no vale, o límpido rio serpenteava por entre as rochas. “O Tua?”, arrisquei. “Já fizeste canoagem nele!”, acrescentou o meu pai como qem diz ‘resposta errada’!
Foi então que os meus pensamentos voaram rapidamente para, o que se pode chamar de, a nossa primeira viagem de finalistas . x)
Não há muito que eu recorde, o que me deixa um pouco nostálgica. Porém, há coisas que não se esquecem! Era a nossa excitação de menininhos de 4ºano, mas também o receio e a expectativa, era divisão dos quartos – ninguém queria o do fundo com janela para a montanha escura e assombrosa, naquela noite – , era umas quaisqueres confusões e brincadeiras na casa-de-banho, era o quarto com a Sónia e a Sara e o beliche com a Mariana – o beliche que todas as noites, durante toda a noite tentava subir, nem sei se para estar mais perto da Mariana ou se pela adrenalina que sentíamos ao tentar fazera quilo mesmo nas barbas da Sónia -, era a galhofa nos quartos ao lado, as cartas que nós as três não podíamos ir jogar, era a sala de convívio, era eu e a Mariana a cantar a música da Pocahontas e a olhar as estrelas, era a canoagem- a grande canoagem- no grande rio Sabor, sempre a tentar apanhar os outros e cair à água ou chegar à ilha, era as pinturas Rupestres e o calor, o jipe e a falta de espaço, os solavancos. Era o Zé Pedro!
E não há mais! Há, mas na minha memória não passa de um grande buraco negro. Pena não termos noção do quanto importante é congelar momentos e torná-los eternos naquela altura! Pena não podermos viver para sempre como naquela altura!
PS: Qeria mesmo lembrar-me se a Antonieta esteve lá! :S E qeria mesmo saber do nosso Zé Pedro, o nosso grande Zé Pedro
PS2: Para maior pena minha, também não sei da minha Ana Teresa! :X
3 comentários:
bla bla bla , nao tenho nada a ver com o texto , mas a tua musica e' mesmo gira obla :D
beijinho da tua 'qem te dera ser cmo ela' !
Ora bem, a única coisa que posso afirmar sobre a tua primeira viagem de finalistas, é que ainda não tive a minha, mas tenho fundamentalmente uma ideia genial para as férias da Páscoa !
Quanto à parte inicial, já posso mandar bitaites, e tal, uma vez que, segundo o meu telemóvel, recebi uma mensagem escrita de uma Joana às 16h, 16min e 58seg de Domingo, respectivamente, portantos, sou o maior!
Em último, temos MESMO que falar, óbistes?
Oioi! do k te foste lembrar!!! gnds tempos... foz coa, o jipe enlamaxado, o calor k nao se podia e as nossas caras de abismados a ver cobras de agua mesmo ao nosso lado enkuanto tavamos nas canoas... sao mesmo granes memorias k nao se devem perder, embora metade da viagem ja nao esteja na minha cabeça, nao faxo tenxoes de eskecer tais momentos.
nunca gostei mt dos educadores mas por acaso gostava de saber o k é feito do ze pedro, visto k a antonieta vejo com frekuencia a levar o filho a escola.
enfim... o k la vai la vai mas a memoria inda prexiste.
bj gndm bgado pelas recordaçoes
Udw
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