"quem é que vai fazer um bilugar?"
as minhas orelhas arrebitaram e os meus olhos brilharam!
e depois foi pretty much assim...
armar a artilharia
ouvir as ultimas intruçoes
inclinar o corpo para a frente ,e ter muita força.
correr tipo maluca
e "ahhh! já está!"
o mundo a meus pes, so ceu azul, uma asa vermelha, o som do ar, e uma calmaria no mundo... sem gritos, discussoes, confusoes... começo a perceber porque é que, se deus, ala, ou outro qualquer existe, nao interfere nos problemazinhos ca em baixo. é que la em cima tudo passa despercebido, tudo parece seguir a ordem natural das coisas. perfeito. campos simetricos, verdes contrastantes, e os humanos infinitamente pequenos, como deveriam ser.
e depois aquela total sensaçao de liberdade e leveza, muito mais dificil de explicar.
e depois aquela total sensaçao de liberdade e leveza, muito mais dificil de explicar.
ate que chegaram as borboletas no estomago: e agora, como é que eu vou voltar la para baixo? vou me partir toda, estatelar.me, os ossos das pernas vou.me entrar pelo tronco dentro.. por favor, ar, leva.me outra vez para cima. mas afinal nao foi assim tao dificil. --
excepto aquela parte em que esperavamos pelo vento e o instrutor se pos a lembrar de todos os que conhecia que tinham morrido assim, ou quantas vezes ja partiu nao sei o que, ou que um homem se espetou exactamente naquela zona ,contra exactamente aquelas pedras e ficou deficiente acabando por dar um tiro na cabeça, ou que ainda ontem um entrou em coma, em que eu so pensava: anda la vento, que o gajo esta a ficar com medo (a): que momento!
Sem comentários:
Enviar um comentário