15.6.09


Meto-me para dentro, e fecho a janela.
Trazem o candeeiro e dão as boas noites,
e a minha voz contente dá as boas noites.
Oxalá a minha vida seja sempre isto:
o dia cheio de sol, ou suave de chuva,
ou tempestuoso como se acabasse o mundo, (...)
e lá fora um grande silêncio como um deus que dorme.

'o guardador de rebanhos' - alberto Caeiro

Sem comentários: